domingo, novembro 14, 2004

Arafat morreu... Em Agosto de 1997

Na verdade Yasser Arafat já estava morto quando foi dado como tal, às 2h00 da passada Quinta-feira.
O Líder da Autoridade Palestiniana apenas aparentava estar vivo porque era controlado por um sistema de cordéis invisíveis, tipo marioneta, que o faziam parecer normal (mas igualmente feio).
Assim, a sua morte só foi declarada na passada semana (com danos irreparáveis, como uma quebra bastante acentuada na venda de kéfias – cachecóis tipo o do Braga) devido ao cheiro nauseabundo que o corpo do senhor começava a apresentar.
Este cheiro devia-se ao facto de Arafat ter morrido, na verdade, em Agosto de 1997, aquando da realização dum invulgar atentado (explodiu os seus pulmões, fígado e cérebro) no autocarro 33 (que faz a carreira Muro das Lamentações – Palácio do Porco Fascista Sharon), em Jerusalém.
Este atentado provocou vários feridos, 14,5 mortos e danos irreversíveis na equipa do Benfica que então se encontrava na cidade para defrontar o Beitar de Jerusalém, numa partida a contar para a Liga dos Campeões: foi a partir dessa altura que Vale de Azevedo deixou de ser um homem sério e passou a ser advogado, e foi também a partir desse momento que Calado deixou de ser homem e passou a gostar de melões.
Este inovador método da marioneta é praticado em diversas individualidades que há já muito se encontram mortas (Dias da Cunha, Manoel de Oliveira, Zlatko Zahovic, Delfins e Jorge Sampaio, por exemplo *). Mas, destas, a mais conhecida é o Papa JP II. Na verdade, o Papa apenas é mantido por um sistema de cordas. As tremuras não se devem a Parkinson, mas sim ao facto de os senhores que seguram as cordas estarem menos bem treinados. Na realidade JP II faleceu no início da década de 80, de sífilis.

* só assim se explicam os seus comentários, filmes, desempenhos em campo, músicas e decisão de manter Santana Lopes como Primeiro-Ministro, respectivamente.